O que realmente acontece quando passamos por um transplante de órgãos?
Os avanços da medicina nos últimos tempos têm sido tão rápidos que, o que no passado podia ser considerado milagre, hoje em dia são procedimentos normais.
O mesmo é verdade em relação a transplantes de coração, algo rotineiro em hospitais do mundo todo. No entanto, de vez em quando surgem histórias que redefinem o coneito de “rotineiro” desses procedimentos tão complexos.
Sugiro que durante transplantes, além dos órgãos, também é possível receber as memórias e a alma do doador. Esta teoria veio à tona mais uma vez em Abril deste ano, quando um senhor de 69 anos chamado Sonny Grahan, americano do estado da Geórgia, aparentemente feliz e sem sinal algum de depressão, de repente se suicidou.
O caso poderia ter sido mais uma tragédia isolada se Sonny não tivesse recebido um coração transplantado de um homem que se suicidou de maneira idêntica. Ao ler a reportagem original, inúmeros outros casos são reportados, desde mudança repentina de costumes e hábitos até mulheres que começaram a se comportar como seus doadores masculinos.
Será possível?
Valeu, Airborne!